UM ESPAÇO PRA DEBATES SOBRE CULTURA E EDUCAÇÃO (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@yahoo.com.br - Leia e comente!
sexta-feira, junho 29, 2012
POR OUTRA POLÍTICA!
"Assim como no texto precedente,
inicio este com uma frase destacada, agora da 'pitada de sal' de Fernando
Machado. Ele diz assim no penúltimo parágrafo de seu mais recente escrito
publicado: 'Todos nós sabemos (desde o cidadão analfabeto, ao cidadão mais
letrado), que não se faz hoje política (politicagem) sem a compra e venda de
votos'. Vejamos atenciosamente o sentido que permeia tal afirmação. Primeiro,
de grande pessimismo, uma vez que se admite que a situação não tenha como melhorar
– à frente se fala que vai é piorar. Segundo, de aceitação e naturalização da
corrupção.
Um dos maiores problemas que percebo no debate político atual, em termos ideológicos, é que por se considerar a corrupção algo incontornável, que todo mundo envolvido em política necessariamente é corrupto, ficamos livres da responsabilidade de escolher com cuidado ou mesmo de fiscalizar os que já estão no poder, já que tanto faz um como outro. Cabe frisar, porém: não estou dizendo que o colega citado pense assim, apenas entrelaço comentários a respeito da afirmação em destaque.
Recordei-me duma frase que tive o imenso prazer de degustar a pouco através de um companheiro médico do MST, de autoria do filósofo militante italiano Antônio Gramsci, mais ou menos assim: 'Tenhamos o pessimismo da razão, mas também o otimismo da vontade!'. Faço dele minhas palavras. Se a política não vem agradando, construamos outra política! Políticos somos nós, cidadãos, e quando nos excluímos do nosso dever social de escolher, bem como de propor, estamos nos desresponsabilizando e negando um senso de solidariedade (social); ser político, num sentido radical (de raiz), é decidir, através de um poder que a sociedade outorga; e, se somos baseados numa ética cristã (presume-se isso), e esta mesma ética prega o amor universal, a fraternidade, a escolha preferencial pelos pobres, ser político, nesse sentido, é lutar por benesses para os pequenos, por justiça social, por vida digna para todos, para que, enfim, um dia não tenhamos nem pequenos nem grandes. Tenho plena consciência de que tal fim é utópico, mas nossas ações são vazias sem o tempero da utopia, sendo ela a fonte dos valores éticos mais sublimes; pode não mostrar os caminhos claramente, mas aponta qual rumo se quer – se queremos o rumo do 'mesmismo' ou rumo de mudanças, que nascem de nenhuma outra fonte efetiva senão da proatividade (iniciativa) popular.
A democracia só faz sentido se for via de mão-dupla: Estado e Sociedade, debate constante na construção de um Comum melhor. De outra forma, estamos indo na contramão de nosso dever enquanto cidadãos. Não é utopia pensar uma sociedade, desde nossa comunidade e município, onde se fiscalize efetivamente o poder público. Não é utopia ter compromisso social, deixar o receio, a preguiça, o descompromisso, o individualismo e sair à luta! Faço destas palavras um chamado, um manifesto (em última instância) em prol do bem. O bem não cai do céu! O bem só ocorre quando há alguém comprometido em fazê-lo. E digo: não há nada mais político do que praticar o bem. Mas não é qualquer política; é política em prol dos que são rejeitados.
O nosso povo vende seu
voto, fundamentalmente, por ser miserável: miserável culturalmente, economicamente,
em termos de valores e civilidade! E isso é contornável. Não é algo imposto
pelos céus num ato de ira de Deus (se é que um ser dito tão supremo, possa
manifestar tal inconstância)! É algo que construímos, e, portanto, plenamente
reversível. E não há gosto em permanecer vivo, vendo as injustiças e ineficiências
da realidade social, sem a esperança e o trabalho em prol da mudança. Transformemos,
através de nossa prática, de medíocres em grandiosas nossas ações, por menores
que sejam através do sentido que elas têm: um sentido de compromisso e de entrega!
Aí não precisaremos de discursos vazios, que em nada constroem, presos ao
receio de levantar o traseiro do confortável assento da inanição."
(Benedito Gomes Rodrigues)
A PRESSÃO QUE VALE!
A Câmara (improdutiva) Municipal de Fortaleza retirou de pauta a vexatória matéria de reajuste salarial de mais de 60%. Muitos manifestantes foram lá! E valeu a ida, valeu a pressão! "Quem cala..."
SAÚDE PRA ELA!
Continuamos na torcida pelo pronto restabelecimento da sra. Maria Estela, genitora do boa-praça Davi Portela, Professor de Coreaú.
FRUTAS APODRECIDAS
Desde criança ouço falar de lideranças políticas que se vendem a prefeitos e deputados, como se fossem mercadoria de feira. E de qualidade duvidosa... Mesmo assim, existem os desacarados que dizem que isso NUNCA existiu!
FICHA-SUJA
Foi explicado hoje no Canal 10 que a liberação do TSE só refere-se à contas de campanha eleitoral e não à gestões. Portanto, prefeitos, vice-prefeitos e secretários continuam no alvo. De olho neles!
quinta-feira, junho 28, 2012
CAI COMO UMA LUVA...
... Para as eleições em muitos municípios do Ceará: "Nem o passado como era, nem o presente como está!"
ACABOU A FARRA?
"Saiu publicada no Diário
Oficial do Município a Lei Complementar 109/2012, de autoria da
vereadora Magaly Marques (PMDB), que regulamenta a denominação de ruas,
avenidas e praças da cidade.
De agora em diante, mudanças de nome só com consulta aos moradores, mesmo para aquelas ruas não denominadas oficialmente, mas com nomes consagrados pelo uso histórico.
Ficam proibidos nomes repetidos e trechos de rua com nomes diferentes, além da criação da comissão para traçar um diagnóstico e fornecer subsídios para resolver de vez o caos que impera na cidade."
Com informações da Coluna Vertical, do O Povo.
A QUE PONTO CHEGAMOS...
Nos oferecem como candidatos a prefeito: postes, paus-mandados, meninos-de-recado, velharias e gestores já comprovadamente medíocres,... O que fizemos para merecer isso!?
ESCOLA DANADA!
"Serei como um cavalo inglês: só vou morrer na cancha!" Veio-me à cabeça a frase brizolista, quando lembrei do pessoal da escola Flora Teles, de Coreaú. Gosto de tenacidade!
DO PONTO DE VISTA DELE...
Vi na TV um deputado estadual referindo-se ao Brasil como um "Bananão". Bom, se qualquer um chega a deputado por aqui... Respeito é bom!
RUINDADE
Falta candidato no mercado dos negócios da política. Tem prefeito vendo urso-de-gola para arranjar um penduricalho eleitoral. Tá feia a coisa!
"ESCORADOS EM 'PANELINHAS'"
"Sobre
a opinião do irrequieto Benedito Gomes Rodrigues, postada neste blog (título
acima), vai minha pitada de sal: 'a essas alturas do campeonato, é mais fácil
acreditar em 'alma' do que em político'.
A
política (politicagem) existente na aquarela Brasil, é meio de vida.
As
almas sebosas ficam atoladas na grana (roubam) do erário público, todavia, a
rasteira da vida é supimpa; a liseira vem depois.
O bom
da vida é que tudo se transforma.
Pena
que este tipo de gente não se exempla (em Coreaú tem tanto espelho – e dos
grandes).
Não
nos enganemos não, não nos iludamos, pois a tendência é piorar.
Comprar
votos é crime. Todos nós sabemos (desde o cidadão analfabeto, ao cidadão mais
letrado) que não se faz hoje política (politicagem) sem a compra e venda de
votos.
Aliás,
a hipocrisia social é gritante. Esse submundo da politicagem é apenas uma mão invisível
da dita hipocrisia.
FERNANDO
MACHADO ALBUQUERQUE
Professor
SAÚDE INEXISTENTE
Hoje estive no Hospital do Coração de Messejana. O familiar que foi comigo era pra ser atendido por volta de 8:30 h. O médico chegou às 10. Após isso foi entregue uma papeleta com um número de telefone. A pessoa que estava comigo deverá ligar em agosto, para marcar uma nova conversa com o médico em 2013. E ainda tem gente que não pode ver político (desses que estão aí), que corre para a sessão beija-mão...
"O PURISMO E O VERDADEIRO MALUF"
"Caro Professor João,
Sobre o artigo de opinião do
professor Gilson Caroni Filho, com todo respeito, eu fiquei foi com vergonha quando
terminei de ler.
Argumentos fracos e sem base
nenhuma. Dá para enganar."
Fernando M. Albuquerque
Coreaú-CE.
NA PALMA TEM DESSAS COISAS...
1 - O
Camaleão, um animal da fauna silvestre, que muda de cor conforme as
condições favoráveis a seu bem estar. Como exemplo, temos o 'político Zé Bedeu',
que ontem era José e hoje é Cazuza.
2 - O
Gato, que procura o rato para comer enquanto esse rouba as migalhas de
pão para sobreviver. Assim são os eleitores que procuram os candidatos, em busca
das 'onças e garoupas'. Esses, por sua vez, atendem por querer chegar à mesa
farta.
4 – O Rato Gordo, que é o mais sabido, o mais destemido e o detentor dos
segredos mais profundo do baú... É aquele que abre o vidro e como não pode por
a mão dentro, coloca o rabo e depois se delicia com ele na boca.
5 – O
Coruja, que fica na parte mais alta, só obervando as articulações. O importante
para ele é participar do embróglio político da terra.
6 – O
Passarinho Cantador, que somente cresce os olhos enquanto canta: 'Ah, se
eu te pego, ai, ai, se eu te pego... eu te ponho dentro da urna!'
Pois bem: existem outros exemplos hilariantes...
Entretanto, me pergunto, amigo Epa: já que não somos Políticos Partidários, como os citados exemplos acima, qual será o
tipo de bicho dito paraquedista?
(Carlos Teles)
quarta-feira, junho 27, 2012
PROVINCIANISMO OU NEOCOLONIALISMO?
A matéria de um jornal da capital, mostrando os cearenses "divididos entre Corinthians e Boca Juniors", mostra o quanto estamos precisando nos dar a respeito...
POLÍTICA NÃO É QUALQUER "ENGENHARIA"!
Brizola detonou o candidato Fernando Collor, quando denunciou que ele era uma armação da elite, via Globo. "Esse homem é um ator!", disse à época. Collor eleito, lá se foi Brizola beijar-lhe a mão e pedir ajuda para o Rio de Janeiro, de onde era governador. Mesmo o pleito tendo sido do Rio, e não pessoal, o velho caudilho pagou o pato por isso o resto da vida! Política não é vale-tudo!
O purismo e o verdadeiro Maluf
Gilson Caroni
Filho
Ao firmar acordo com o deputado federal
Paulo Maluf (PP), se deixando fotografar com seu adversário histórico, o
ex-presidente Lula produziu a perplexidade que dominou, no primeiro momento,
setores do próprio campo progressista. O debate que se seguiu foi - e é da maior
seriedade - e da maior gravidade.
O purismo tem que despertar da frívola ciranda para a dura realidade do mundo adulto, do universo das relações reais entre pessoas e partidos. O erro maior de quase todos os revolucionários brasileiros, do século XIX em diante, foi não apenas ter frequentemente cometido equívocos nas análises das condições objetivas, mas também no exame da condição subjetiva fundamental, que é o alheamento político a que um modelo de exploração desigual submeteu nosso povo. A exclusão de processos decisórios torna-o cético diante do que não sabe, enquanto a classe dominante dá o exemplo com sua atitude invariavelmente cínica.
Analistas políticos que não percebem bem o que acontece por um misto de má-fé e preguiça mental - resultante da partidarização da imprensa e da academia - pontificaram sobre a logística comandada por Lula. E, triste, foram endossados por setores que se apresentam como a "esquerda autêntica". O papel de um operador político do quilate do ex-presidente é semelhante ao do regente de uma orquestra. Não faz a música, mas dá o compasso, define a harmonia do conjunto e tira de cada instrumento o som mais adequado.
Não pode ser confundido com alguém ocupado em arranjos paroquiais para colocar seu candidato em uma posição mais confortável. Não deve ser tratado como bufão que faz parte do espetáculo, mas não é bem-visto na peça. Não lhe faz justiça a roupagem de um Moisés a quem cabia levar seu povo à terra prometida, mas terminou por preferir ser adorador de um bezerro de ouro.
Não houve vacilações ou atitudes opacas, mas perfeito tino da logística requerida pela dinâmica política. A estratégia era clara demais para comportar tergiversações: aliança com ex-prefeita Erundina e o PSB, à esquerda, para garantir o apoio dos socialistas e neutralizar os descontentamentos do grupo ligado à senadora Marta Suplicy. Aliança com Maluf, à direita, para neutralizar parte do PSD de Kassab. Um tabuleiro sobre o qual havia que se debruçar meticulosamente, sem pruridos de uma ética de algibeira.
Esses apoios levariam o candidato do PT ao segundo turno até por que o partido tem históricos 30% dos votos na capital e, à exemplo de Dilma, a rejeição do Fernando Haddad é muito pequena em São Paulo. Para isso seria necessária a manutenção das candidaturas de Russomano e de Netinho, até então provável candidato do PC do B no primeiro turno. No segundo turno, ainda teríamos agregado o apoio de Chalita, do PMDB. Apenas assim se conseguiria derrotar a máquina eleitoral do estado e do município de São Paulo pró- Serra, que tem cerca de 30% de rejeição dos eleitores na capital.
Pelo visto , faltou combinar com uma geração que gosta do suicídio político para expiar culpas sociais. Faltou dizer que o Maluf atual, aquele que merece combate, aquele que é conhecido pelas falcatruas e pelos métodos fascistas de lidar com adversários e movimentos sociais, atende por outro nome: José Serra. Será preciso desenhar?
O purismo tem que despertar da frívola ciranda para a dura realidade do mundo adulto, do universo das relações reais entre pessoas e partidos. O erro maior de quase todos os revolucionários brasileiros, do século XIX em diante, foi não apenas ter frequentemente cometido equívocos nas análises das condições objetivas, mas também no exame da condição subjetiva fundamental, que é o alheamento político a que um modelo de exploração desigual submeteu nosso povo. A exclusão de processos decisórios torna-o cético diante do que não sabe, enquanto a classe dominante dá o exemplo com sua atitude invariavelmente cínica.
Analistas políticos que não percebem bem o que acontece por um misto de má-fé e preguiça mental - resultante da partidarização da imprensa e da academia - pontificaram sobre a logística comandada por Lula. E, triste, foram endossados por setores que se apresentam como a "esquerda autêntica". O papel de um operador político do quilate do ex-presidente é semelhante ao do regente de uma orquestra. Não faz a música, mas dá o compasso, define a harmonia do conjunto e tira de cada instrumento o som mais adequado.
Não pode ser confundido com alguém ocupado em arranjos paroquiais para colocar seu candidato em uma posição mais confortável. Não deve ser tratado como bufão que faz parte do espetáculo, mas não é bem-visto na peça. Não lhe faz justiça a roupagem de um Moisés a quem cabia levar seu povo à terra prometida, mas terminou por preferir ser adorador de um bezerro de ouro.
Não houve vacilações ou atitudes opacas, mas perfeito tino da logística requerida pela dinâmica política. A estratégia era clara demais para comportar tergiversações: aliança com ex-prefeita Erundina e o PSB, à esquerda, para garantir o apoio dos socialistas e neutralizar os descontentamentos do grupo ligado à senadora Marta Suplicy. Aliança com Maluf, à direita, para neutralizar parte do PSD de Kassab. Um tabuleiro sobre o qual havia que se debruçar meticulosamente, sem pruridos de uma ética de algibeira.
Esses apoios levariam o candidato do PT ao segundo turno até por que o partido tem históricos 30% dos votos na capital e, à exemplo de Dilma, a rejeição do Fernando Haddad é muito pequena em São Paulo. Para isso seria necessária a manutenção das candidaturas de Russomano e de Netinho, até então provável candidato do PC do B no primeiro turno. No segundo turno, ainda teríamos agregado o apoio de Chalita, do PMDB. Apenas assim se conseguiria derrotar a máquina eleitoral do estado e do município de São Paulo pró- Serra, que tem cerca de 30% de rejeição dos eleitores na capital.
Pelo visto , faltou combinar com uma geração que gosta do suicídio político para expiar culpas sociais. Faltou dizer que o Maluf atual, aquele que merece combate, aquele que é conhecido pelas falcatruas e pelos métodos fascistas de lidar com adversários e movimentos sociais, atende por outro nome: José Serra. Será preciso desenhar?
Gilson Caroni Filho é professor
de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro,
colunista da Carta Maior e colaborador do Jornal do
Brasil.
(Artigo indicado por Eliton Meneses, que não disse se concorda com Caroni.)
DESPREZO NELA!
Toda coligação política que não for alicerçada por idéias e projetos para a cidade deve ser alijada do espectro de análise de qualquer cidadão de bem! Cargos e dinheiro só embasam os conluios venais e acanalhados. O cidadão precisa ficar atento a essa prática muito comum por aí! E que merece DESPREZO!
ESCORADOS EM "PANELINHAS"
“No Facebook, já faz tempo,
vejo divulgar-se uma convenção partidária em Coreaú, e numa das atualizações de
status, curiosamente, estava um versinho
com o seguinte: ‘o que nós queremos é o poder
pra poder comer na panelhinha (sic)’. Reservadas as críticas à autoria, em
respeito... Essa aparentemente inocente frase nos aponta muita coisa.
Tantas são as
reclamações de que nosso município anda longe de estar nos trilhos; que os
potenciais de desenvolvimento são, constantemente, barrados por uma política
suja, que não preza pelos interesses da maioria, privilegiando uma ou outra ‘panelinha’,
a depender do Executivo e quadro legislador vigente. A frase acima nos mostra o
cerne do problema; não há outro pior, pois são essas 'panelinhas' que,
descaradamente, compram nossa gente, e ferram com as contas públicas e as
mínimas possibilidades de uma boa gestão da máquina pública municipal.
Enquanto os gerentes
de nossa terra forem ancorados nas ‘panelinhas’, sinto, não vamos mesmo sair da
lama! Será que teremos um debate digno nessa eleição, onde as propostas sejam
realmente avaliadas, e não tão somente as promessas de ‘emprego’ e dinheiro fáceis?”
(Benedito Gomes
Rodrigues)
DE VOLTA!
"Ferrucio Feitosa reassume a Secretaria Especial da Copa do Governo do Estado". Liguem os holofotes. Ele adora!
ELES PODEM!
Os vereadores da improdutiva Câmara Municipal de Fortaleza concederam-se um reajuste salarial de mais de 60%. Pouco produtivos, venais e insaciáveis!
terça-feira, junho 26, 2012
QUEM É ELE?
Antônio Mourão Cavalcante é psiquiatra e antropólogo, com doutorado na Europa. É professor da UFC e da UECE. É filiado ao PR e ligado a Roberto Pessoa, pra quem já trabalhou em Maracanaú. Ele fez um estudo sobre a violência crônica daquele município.
A BOA DA NOITE!
"Após 18 meses de tramitação, a Câmara aprovou o Plano Nacional de
Educação (PNE). A proposta, aprovada por unanimidade, inclui uma meta de
investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação, a ser
alcançado no prazo de dez anos.
Esse era o ponto mais polêmico do projeto, após muitas negociações o
relator apresentou um índice de 8% do PIB, acordado com o governo. Mas
parlamentares ligados à educação e movimentos sociais pressionavam pelo
patamar de 10%.
O relator da matéria, Ângelo Vanhoni (PT-PR), acatou um destaque do
deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) que aumentava o patamar de 8% do
PIB proposto pelo governo para 10%. Conforme o texto aprovado, a
determinação é que se amplie os recursos para educação dos atuais 5,1%
do PIB para 7%, no prazo de cinco anos, até atingir os 10% ao fim de
vigência do plano. A proposta agora segue para o Senado. (...)." (DN)
E SE ELE ESTIVESSE NA OPOSIÇÃO?
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou nesta terça-feira (26), em nota, que a proposta aprovada hoje pela Câmara dos Deputados que destina 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a educação é uma 'tarefa política difícil de ser executada'. 'Em termos de governo federal equivale a colocar um MEC dentro do MEC,
ou seja, tirar R$ 85 bilhões de outros ministérios para a Educação. É
uma tarefa política difícil de ser executada', afirma o ministro. (...)." (Uol)
O VICE DE ELMANO
Hoje de manhã, Lúcio Alcântara era cotado. Hoje à noite. Dr. Antônio Mourão. Fortaleza precisa mesmo de um psiquiatra!
NUMA AULA CRIATIVA...
... Os alunos ficam livres, para criar. Essa é uma das defesas feita pelos Professores adeptos do construtivismo. Mas cuidado: deixar tudo solto é cair no espontaneísmo! E isso não dá certo. Ao Professor cabe mediar. Tudo!
FICHAS-SUJAS
E você já afixou nas paredes de sua repartição a lista dos fichas-sujas? Ou vai ficar com peninha de melindrar os coitadinhos!? Se eles não tem pena nem das criancinhas...
CAMPANHA NAS REDES SOCIAIS
A campanha eleitoral está em alta nas redes sociais. Quem detratou Professor, por expemplo, vai ter contra si uma força-tarefa, da qual vou participar com toda a garra! Os agressores da nossa categoria não ficaram impunes!
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TODAS
As sete artes clássicas (ou belas-artes), são: Música, Dança, Pintura, Escultura, Arquitetura, Literatura (Poesia) e Cinema. Das sete, quais...
-
Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
-
Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
