UM ESPAÇO PRA DEBATES SOBRE CULTURA E EDUCAÇÃO - Moderador: Prof. João Teles, (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@gmail.com - Leia e comente!
terça-feira, julho 03, 2012
ZÉ IRINEU, POR GALBA GOMES
"O nosso Zé Irineu parte
deixando um legado de muita saudade. Meu 'fígaro' (barbeiro) na
meninice. Sabia muito sobre as pessoas de Coreaú, pois os salões de
barbearia fazem fluir informações as mais diversas: do padre ao mais
simples cidadão. O Zé Irineu apesar de jocoso, era lacônico e discreto
(ético), exigência de sua atividade. Tínhamos uma amizade fraterna.
Quando menino, ele sempre dava-me uma moeda para alugar um tempo para
umas voltas nas bicicletas de aluguel, salvo engano na bodega do Tota.
Saudade, Zé Irineu, filho do Seu Irineu, o sacristão da paroquia de N.S.
da Piedade. Lamento não poder comparecer ao último adeus a este querido
personagem, que continuará na minha lembrança, de forma indelével. Nos
queríamos muito bem. A Socorro falou-me que em seus últimos momentos
chamou pelo meu nome. Saudade... um abraço solidário na sua companheira
Socorro, nos filhos, Jaqueline, Juscelino e nos demais..."
(Do Facebook do Prof. palmense Romildo Moura)
(Do Facebook do Prof. palmense Romildo Moura)
Tributo a Raimundo da Barra
Mundo mundo vasto mundo,
se eu me chamasse Raimundo,
seria uma rima,
não seria uma solução.
Mundo mundo vasto
mais vasto é o meu coração.
Drummond
A Palma já não é a mesma sem ti, meu avô. O barulho do chocalho do gado cessou. A brisa agora varre nostálgica a carnaubeira. Nenhum vaqueiro abóia mais. Venderam o seu gado, as terras, as criações e o cavalo cocho. Venderam até as casas da "Rua de Baixo". E o apurado ainda não deu pra muita coisa. Era muito filho, "vô". E ao vaqueiro ainda coube um quinhão... Afinal, ele era vaqueiro, veterinário, conselheiro e confidente. O gado na mão dele não prosperou, mas sempre havia algum leite para a venda e para uns queijos aqui e acolá.
Das propriedades, não sobrou nada, "vô". Cada herdeiro, antes de receber seu quinhão, já o havia negociado. Setenta anos de trabalho árduo e economia rigorosa foram desfeitos em algumas horas de maquinação e balbúrdia.
Ninguém
mais contemplará aquelas terras com o mesmo amor. Ninguém mais sonhará
todas as noites com centenas de reses confinadas nos currais. O sonho
acabou, meu avô. O senhor foi definhando, definhando, até não resistir
mais e permitir que se apossassem do que era seu.
A Barra, o Ramalhete, o Pé-do-morro, tudo está triste. Não há nenhum chocalho. Nenhuma cabeça de gado pra quebrar a monotonia do fim de tarde. Há apenas um redemoinho arrastando umas folhas secas. Uma nuvem branca imóvel e uma longa estrada vazia, em cujas margens se erguem uns mameleiros retorquidos. Da casa do Evaristo não se ouve eco algum. O pobre velho também já faleceu. A mulher e os cachorros foram morar na rua. O sol parece dar uma trégua para o que restou do açude-do-meio. Mas logo que o sol esfria vem o vento forte que lambe sempre o que restou de água. Os urubus espreitam a carcaça de uma bezerra moribunda e uns dois campinas retardatários procuram debalde uma poça d’água no regato.
Tenho saudade, meu velho. Saudade do seu cheiro de mato. Do seu olhar vazio. Da sua palavra firme e até da sua avareza jocosa. Temos todos saudade. Não há mais couro de cabra no cabide, cangalha espalhada pelos cantos, um fardo de milho no chão. A casa grande d’outrora minguou. Abandonaram-na. No corredor, sua rede parece inda armada. Sua tosse seca parece ainda ecoar. No quarto do meu meio o tio ‘Di’ planeja dominar o mundo, mas a diabetes é que o está dominando, insaciável. Na cozinha sem vida a vovó parece dar ordem à empregada. É preciso mexer o doce, guardar o soro pra coalhada da noite, ir atrás do Valdemir.
A Barra, o Ramalhete, o Pé-do-morro, tudo está triste. Não há nenhum chocalho. Nenhuma cabeça de gado pra quebrar a monotonia do fim de tarde. Há apenas um redemoinho arrastando umas folhas secas. Uma nuvem branca imóvel e uma longa estrada vazia, em cujas margens se erguem uns mameleiros retorquidos. Da casa do Evaristo não se ouve eco algum. O pobre velho também já faleceu. A mulher e os cachorros foram morar na rua. O sol parece dar uma trégua para o que restou do açude-do-meio. Mas logo que o sol esfria vem o vento forte que lambe sempre o que restou de água. Os urubus espreitam a carcaça de uma bezerra moribunda e uns dois campinas retardatários procuram debalde uma poça d’água no regato.
Tenho saudade, meu velho. Saudade do seu cheiro de mato. Do seu olhar vazio. Da sua palavra firme e até da sua avareza jocosa. Temos todos saudade. Não há mais couro de cabra no cabide, cangalha espalhada pelos cantos, um fardo de milho no chão. A casa grande d’outrora minguou. Abandonaram-na. No corredor, sua rede parece inda armada. Sua tosse seca parece ainda ecoar. No quarto do meu meio o tio ‘Di’ planeja dominar o mundo, mas a diabetes é que o está dominando, insaciável. Na cozinha sem vida a vovó parece dar ordem à empregada. É preciso mexer o doce, guardar o soro pra coalhada da noite, ir atrás do Valdemir.
Um cabrito
berra no quintal. Não, não berra, é mera impressão. Olho a despensa
vazia. Tenho a sensação de estar sendo seguido. Ouço o arrastar de um
chinelo de couro. Não me assombro, sigo adiante taciturno.
Fecho o velho portão. De longe, o ‘Rabo-da-gata’ deserto, já nem lembra os velhos tempos. Apenas uma miragem sua. Miragem. Tudo aqui e o senhor tão distante. Num cemitério monótono de uma terra que não lhe agrada. Após um velório apressado, cercado de alguma lamentação e uns inevitáveis planos de partilha, deixaram-no em paz. Numa planície aguada duma manhã de verão. No céu, uma barra acenava com um inverno promissor. Toda a terra iria florir, a vazante seria inundada, a rês leiteira... Mas você não estará aqui. Já terá findado o último capítulo. Fecharam o seu livro e o devolveram à biblioteca da memória.
- Adeus, meu avô!
Etim, Coreaú, julho de 2004
(Do Blogue Diário de um Navegante)
Fecho o velho portão. De longe, o ‘Rabo-da-gata’ deserto, já nem lembra os velhos tempos. Apenas uma miragem sua. Miragem. Tudo aqui e o senhor tão distante. Num cemitério monótono de uma terra que não lhe agrada. Após um velório apressado, cercado de alguma lamentação e uns inevitáveis planos de partilha, deixaram-no em paz. Numa planície aguada duma manhã de verão. No céu, uma barra acenava com um inverno promissor. Toda a terra iria florir, a vazante seria inundada, a rês leiteira... Mas você não estará aqui. Já terá findado o último capítulo. Fecharam o seu livro e o devolveram à biblioteca da memória.
- Adeus, meu avô!
Etim, Coreaú, julho de 2004
(Do Blogue Diário de um Navegante)
O CONFRARIA NA TV
NÃO DÁ!
Uma militante chamada Renata Posso convida-me para pedir votos pro seu candidato a prefeito. Renata, NÃOPOSSO. Ele é do partido que já me passou a perna. Vou mais não!
A DO MOMENTO...
Nas escolas tem palavrinha nova: devolutiva (retorno). A maioria das Unidades de Ensino está precisando é de evolutiva!
O SANGRENTO ESTADO REAL!
"Pelo menos 13 pessoas são assassinadas no Ceará nas últimas 24 horas"
(Jangadeiro Online)
A FORÇA ESTUPENDA DA EDUCAÇÃO!
"Retrato da produção do conhecimento no
Brasil. Somente Campinas responde por 1% do PIB e 15% da produção do
conhecimento nacional."
Economista e Professor licenciado do Instituto de Economia e do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Unicamp.
CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE LUIZ GONZAGA
Por: Benevides Machado de Carvalho
Para o Brasil, donativo
Foi o advento do baião
Um musical aditivo
Com obras de Gonzagão
Mil novecentos e doze
Dia treze de dezembro
Em Exu, nasceu Gonzaga
Do cancioneiro foi membro
Infância desconfortável
Na lide cotidiana
Trabalhou de sol-a-sol
No corte da canarana
As raízes musicais
De Januário, herdou
Tornou-se bom sanfoneiro
Do baião, foi impulsor
Saindo de Pernambuco
O seu estado natal
Buscando em outras plagas
O progresso pessoal
Foi no Rio de Janeiro
Que encontrou sua trilha
Cantou nos altos e baixos
Onde aprendeu a cartilha
De Exu a Juazeiro
Rumou para Fortaleza
No 23 BC, corneteiro
Um soldado sem braveza
De Minas pra Mato Grosso
Incumbência militar
Deu baixa, pelo sobrosso
No Rio foi habitar
Uma sanfona comprou
Seu ego, satisfazendo
Zonas de mangues, tocou
Suas idéias, crescendo
Em programas de calouros
Seu momento fez surgir
Indumentárias em couros
Pra ouvintes da Tupi
Sua fama foi subindo
Das cidades ao sertão
Cantando, todos sorrindo
Dançando xote e baião
Fim de semana, lotadas
As planejadas festinhas
Fosse salão ou latadas
Enfeites de bandeirinhas
O chitão, festa esperada
No nordeste é tradição
São Pedro, data marcada
Na capital e sertão
E tudo então, faz lembrar
Os idos com emoção
Festas até o sol raiar
Cantadas por Gonzagão
Nosso forró pé-de-serra
Arrasta-pé verdadeiro
Gonzagão de nossa terra
Charmou o Brasil inteiro
Cantou seca e fartura
Bons invernos, festejou
Versejando com candura
E a São João, exaltou
Mazurca, xote e xaxado
Toada, marcha e baião
Valsa e bom rasqueado
Bosquejos de Gonzagão
Um hospital em Recife
Santa Joana, chamado
Acolheu nosso cherife
Forrozeiro afamado
O incansável cantador
Não suportou o agravo
Foi grande a sua dor
Nos deixou, o grande bravo
No dia dois de agosto
Do ano oitenta e nove
Seu físico no oposto
A morte, sim, o demove
Deixando vasta lacuna
O cancioneiro gigante
Gonzagão, nossa graúna
Da terra se fez distante
Tua sanfona, forte agita
Pelo sertão, ecoante
Nos bons forrós, faz visita
O belo baião triunfante
São tantas imitações
Querendo tocar baião
Não passam de pretensões
Jamais, a ti, chegarão
Nas mentes, enraizadas
O teu musical tem vaga
Das canções aqui deixadas
Parabéns, velho Gonzaga.
* Texto originalmente publicado no Jornal do Leitor, do O Povo
Para o Brasil, donativo
Foi o advento do baião
Um musical aditivo
Com obras de Gonzagão
Mil novecentos e doze
Dia treze de dezembro
Em Exu, nasceu Gonzaga
Do cancioneiro foi membro
Infância desconfortável
Na lide cotidiana
Trabalhou de sol-a-sol
No corte da canarana
As raízes musicais
De Januário, herdou
Tornou-se bom sanfoneiro
Do baião, foi impulsor
Saindo de Pernambuco
O seu estado natal
Buscando em outras plagas
O progresso pessoal
Foi no Rio de Janeiro
Que encontrou sua trilha
Cantou nos altos e baixos
Onde aprendeu a cartilha
De Exu a Juazeiro
Rumou para Fortaleza
No 23 BC, corneteiro
Um soldado sem braveza
De Minas pra Mato Grosso
Incumbência militar
Deu baixa, pelo sobrosso
No Rio foi habitar
Uma sanfona comprou
Seu ego, satisfazendo
Zonas de mangues, tocou
Suas idéias, crescendo
Em programas de calouros
Seu momento fez surgir
Indumentárias em couros
Pra ouvintes da Tupi
Sua fama foi subindo
Das cidades ao sertão
Cantando, todos sorrindo
Dançando xote e baião
Fim de semana, lotadas
As planejadas festinhas
Fosse salão ou latadas
Enfeites de bandeirinhas
O chitão, festa esperada
No nordeste é tradição
São Pedro, data marcada
Na capital e sertão
E tudo então, faz lembrar
Os idos com emoção
Festas até o sol raiar
Cantadas por Gonzagão
Nosso forró pé-de-serra
Arrasta-pé verdadeiro
Gonzagão de nossa terra
Charmou o Brasil inteiro
Cantou seca e fartura
Bons invernos, festejou
Versejando com candura
E a São João, exaltou
Mazurca, xote e xaxado
Toada, marcha e baião
Valsa e bom rasqueado
Bosquejos de Gonzagão
Um hospital em Recife
Santa Joana, chamado
Acolheu nosso cherife
Forrozeiro afamado
O incansável cantador
Não suportou o agravo
Foi grande a sua dor
Nos deixou, o grande bravo
No dia dois de agosto
Do ano oitenta e nove
Seu físico no oposto
A morte, sim, o demove
Deixando vasta lacuna
O cancioneiro gigante
Gonzagão, nossa graúna
Da terra se fez distante
Tua sanfona, forte agita
Pelo sertão, ecoante
Nos bons forrós, faz visita
O belo baião triunfante
São tantas imitações
Querendo tocar baião
Não passam de pretensões
Jamais, a ti, chegarão
Nas mentes, enraizadas
O teu musical tem vaga
Das canções aqui deixadas
Parabéns, velho Gonzaga.
* Texto originalmente publicado no Jornal do Leitor, do O Povo
segunda-feira, julho 02, 2012
TEMPOS MODERNOSOS
"Comerciais de bebidas/ Roupa, cigarro e charuto/ A mulher exibe a bunda/ No vídeo mais de um minuto/ Sem censura e sem demanda/ A bunda faz propaganda/ Pra vender qualquer produto!"
(Mestre Azulão)
(Mestre Azulão)
RALLYZEIROS
Políticos que aceitam acinte, como esse descaso da BR-222, e até tiram proveito disso, estão nas ruas, pedindo votos! Gente que vai à Dilma e cala... mas no aeroporto, posa de revolucionária. Gente aplaudida, que toma café e é recebida com banquinho e tapioca nas casas por aí! Nossa histórica cordialidade... Tão nossa!
A VELHA UDN QUE GEME...
Demóstenes Torres diz carregar grilhões do isolamento e que está vivendo um calvário.
IMPÉRIO DA RUINDADE!
O grande candidato desse ano é o sr. Retrocesso... Ele está em quase todos os lugares! Oh, safra!
CALMA, GENTE!
Já tem gente indo com tanta sede ao pote, na propagação dos nomes de seus candidatos a prefeito, que até parece que vai estraçalhar nas urnas! E o povo que elege pra valer... calado...
EM COREAÚ
Semana que vem devo ir a Coreaú. Quero conversar com os amigos, visitar escolas e espalhar ideias. E, claro, colher outras tantas...
CRISE BRABA!
Vivemos uma crise sindical sem precedentes no Brasil! A turma está pulando pros palácios! Está trocando a fé (na luta), pelo café das ante-salas govenistas! Faz tempo! Tem muita equivocada nesse meio e muitos canalhas, também!
NA CONFUSÃO DO CRATO...
... Teve a Melô do Aquário e gritos homofóbicos, dirigidos a um dos doutores. Ih! Olha o nível!
O COTIDIANO, A VIDA,...
Nosso trabalho de incentivo à leitura não fica só na decodificação textual, tem análise, interpretação, vivência (teatralização) e amarradio de tudo o que é lido com o cotidiano do aluno. Nada é solto e desconjuntado...
E O MATADOURO...
... Público de Coreaú, que rumo tomará? Será recuperado, respeitará a saúde e o cidadão? Ou tudo continuará como sempre foi, desde os tempos em que ficava no Rua São Miguel?
FOI RISÍVEL!
Um candidato a prefeito de Fortaleza chegou à convenção de mala na mão, uma vez que vive fora do País. Mas vamos combinar: não é por isso que a gente vai chamar o Brasil de País da piada pronta, né?
EDUCAÇÃO E...
Um palavrinha nova está na boca de quase todos os candidatos a prefeito de Fortaleza: mobilidade urbana. Mas a Educação continua por lá! Como sempre...
domingo, julho 01, 2012
PELEGUISMO SALTITANTE!
Hermínia Paiva, no Twitter:
"Sindicato em convenção, fazendo campanha
para o partido que massacrou os Professores... Uma vergonha que
infelizmente não me surpreendeu!"
DO BLOGUE: Infelizmente, isso abunda por aí, moça!
COMO ALGUÉM QUE PERDEU A SOMBRA...
No passado vi muitos políticos da esquerda nas praças, ruas e greves; estavam em todo lugar! Multiplicavam-se em bondades e atitudes. "Gemiam" com as dores do povo. Chegavam a segurar faixas, prestar contas do que faziam, cantavam o coro de todos nós. Hoje... olho pra eles e vejo assombrações, escondidas por trás da própria incoerência! Pra onde caminham, almas em decomposição!?
UM HOMEM DO POVO!
QUEM FOI ZÉ IRINEU?
"Seu Zé Irineu não foi somente o maior barbeiro
da Palma, mas também um personagem típico, que ficará marcado por longa data na
memória do nosso povo, como sendo a caricatura do homem simples que, com a
nobreza de seus gestos e hábitos, não se rendia às homenagens capciosas dos 'grandes'
de seu tempo. Muito pelo contrário: era por eles respeitado e, de certa forma,
admirado. Portanto, um ente querido, que passará a fazer parte do acervo
cultural de Coreaú."
FERNANDO MACHADO ALBUQUERQUE
Professor
Técnico Judiciário do TJCE, no Blogue RM no Foco
DESTEMOR
A Política está sendo uma atividade difícil e de risco. Não está fácil pôr a cara no mundo, como candidato a qualquer coisa. O sitema é horroroso, é uma máquina de moer gente! Por isso considero corajosas CERTAS pessoas, que põem seu nome no meio desse jogo quase sempre sujo e acanalhado. Não sei se faria o mesmo...
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CINISMO
O candidato da extremosa quer o trabalhador ajustando as contas e seu salário, com a força patronal; ou seja, o pequeno ser marinho conversa...
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...





