Não sei se Cid Gomes gostou ou não das vaias que ouviu em Redenção. Acho que isso é irrelevante, coisas da democracia. Mas tem jornalista que detestou e tomou as dores do ídolo: "foram financiadas com dinheiro do BNB!"
E a chaleira no fogo!
UM ESPAÇO PRA DEBATES SOBRE CULTURA E EDUCAÇÃO - Moderador: Prof. João Teles, (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@gmail.com - Leia e comente!
segunda-feira, março 04, 2013
OS QUE ACUSAM...
"O ex-frade dominicano Leonardo Boff publicou em seu blog a íntegra da entrevista que concedeu à
Folha de SP, em que narra passagens de sua convivência com o Papa Bento
XVI - inclusive quando o teve como inquisidor. O jornal, segundo o
próprio Boff, teria escondido parte da matéria."
(Gente de Mídia)
(Gente de Mídia)
FUMO E ALCATRÃO
Duas cidades brasileiras são bem conhecidas no nosso interior, por vias que você conhece agora. São João da Barra (RJ), por conta de um conhaque de alcatrão que leva o nome da cidade. Já Arapiraca (AL) por causa do fumo forte, produzido na região.
PROGRAMA DA APL NA RÁDIO (WEB)
Na verdade, caro Hélio Costa, o que (ainda) está sendo acordado é a apresentação de um programa cultural, numa web rádio de Viçosa. Ainda estamos conversando... Obrigado por seu apoio!
ROMANCE DE LITERATURA DE CORDEL "DONA LIVRAMENTO: A FILHA DO SOFRIMENTO" - PARTE FINAL
Depois de uma trégua boa
Bons momentos de ilusão
De prece e boataria
E de dor no coração
Já em uma casa nova
Começou a reconstrução!
Na casa velha deixara
Lembranças, eito, memória
Dos carnaubais o bom corte
Das farinhadas a glória
As redes tão bem trançadas
E a vida bem simplória!
Seu Tomaz, um diligente
Sempre bem cuidou de tudo
Era sempre o formiguinha
Com tristeza, sei, contudo
Mas, diante do bom Deus
Nunca se fez um miúdo!
Após tempo de bonança
De produção, calmaria
O destino do tal homem
Ele agora chamaria
Tomaz arriou, doente
Coração velho gemia!
Durou dois dias somente
Sua dor tão desmedida
Mais uma vez Livramento
Ao transtorno voltaria
Ao ver que o marido bom
Para o além partiria!
"Sua dor doeu mais forte"
Como diz lá o cantor
A filha do sofrimento
Novamente desandou
Tropeçou nas próprias pernas
Por pouco não se acabou!
Seu Tomaz partiu depois
De quatro filhos se irem
De tanto seu coração
De rurícola ferirem
De tanto pranto e descrença
De sentimentos partirem!
Sepultado Seu Tomaz
O vazio se fez ver
Naquela casinha pobre
De um povo a merecer
Tanta tristeza conjunta
Todo mundo a perecer!
Uns dois anos se passaram
De saudade e calmaria
Livramento se apegava
A Deus, à santa Maria
Pois queria compreender
Tanta dor, tão sem valia!
Mas sua sina era sofrer
Dor vinha de borbotão
Uma outra filha sua
Pelo marido de então
Foi traída em leito próprio
Sujeito sem criação!
Surgigada pelo crime
Do companheiro traíra
Filomena fez-se dor
Pra ela sempre mentira
Lhe jurando amor sem fim
Mas tudo subtraíra!
Nem respeito aos filhos teve
Embiricica de oito
A mulher do tal safado
Se planejou e em coito
Com um cabra bem mais novo
Maldito, sagaz, afoito,...
E mandou surrar Torquato
Seu marido traidor
Que, partido de cacete,
Se urinou todo em dor
Não resistindo aos ataques
No mato, ali, se findou!
Bons momentos de ilusão
De prece e boataria
E de dor no coração
Já em uma casa nova
Começou a reconstrução!
Na casa velha deixara
Lembranças, eito, memória
Dos carnaubais o bom corte
Das farinhadas a glória
As redes tão bem trançadas
E a vida bem simplória!
Seu Tomaz, um diligente
Sempre bem cuidou de tudo
Era sempre o formiguinha
Com tristeza, sei, contudo
Mas, diante do bom Deus
Nunca se fez um miúdo!
Após tempo de bonança
De produção, calmaria
O destino do tal homem
Ele agora chamaria
Tomaz arriou, doente
Coração velho gemia!
Durou dois dias somente
Sua dor tão desmedida
Mais uma vez Livramento
Ao transtorno voltaria
Ao ver que o marido bom
Para o além partiria!
"Sua dor doeu mais forte"
Como diz lá o cantor
A filha do sofrimento
Novamente desandou
Tropeçou nas próprias pernas
Por pouco não se acabou!
Seu Tomaz partiu depois
De quatro filhos se irem
De tanto seu coração
De rurícola ferirem
De tanto pranto e descrença
De sentimentos partirem!
Sepultado Seu Tomaz
O vazio se fez ver
Naquela casinha pobre
De um povo a merecer
Tanta tristeza conjunta
Todo mundo a perecer!
Uns dois anos se passaram
De saudade e calmaria
Livramento se apegava
A Deus, à santa Maria
Pois queria compreender
Tanta dor, tão sem valia!
Mas sua sina era sofrer
Dor vinha de borbotão
Uma outra filha sua
Pelo marido de então
Foi traída em leito próprio
Sujeito sem criação!
Surgigada pelo crime
Do companheiro traíra
Filomena fez-se dor
Pra ela sempre mentira
Lhe jurando amor sem fim
Mas tudo subtraíra!
Nem respeito aos filhos teve
Embiricica de oito
A mulher do tal safado
Se planejou e em coito
Com um cabra bem mais novo
Maldito, sagaz, afoito,...
E mandou surrar Torquato
Seu marido traidor
Que, partido de cacete,
Se urinou todo em dor
Não resistindo aos ataques
No mato, ali, se findou!
A APL VIVA!
A Academia Palmense de Letras pensa neste momento seu estatuto e até um programa de rádio web. Que tal a ideia? Embaixadas pro sr. Eliton Meneses (ou outro membro qualquer)!
ALGUÉM PRECISA DIZER ISSO!
"(...) Agora, acredita-se que se tem bom investimento nos processos de
alfabetização e formação de professores. Infelizmente, temos que
aguardar o futuro, é assim na educação.
Mas posso, como educadora, somando mais de 40 anos de profissão, vendo tantos projetos e transformações, dizer que é necessário pagar melhor os professores, cobrar deles um compromisso mais efetivo com a profissão e atualizar métodos e materiais educacionais. É necessário substancial investimento educacional e parar de avaliações que significam quase nada no avanço efetivo da educação brasileira. Os processos de avaliação devem se atrelar a investimentos e não montar-se sobre meros discursos."
(Adriana Oliveira Lima, doutora em Educação e escritora, no O Povo, do dia 28/08/2012).
Mas posso, como educadora, somando mais de 40 anos de profissão, vendo tantos projetos e transformações, dizer que é necessário pagar melhor os professores, cobrar deles um compromisso mais efetivo com a profissão e atualizar métodos e materiais educacionais. É necessário substancial investimento educacional e parar de avaliações que significam quase nada no avanço efetivo da educação brasileira. Os processos de avaliação devem se atrelar a investimentos e não montar-se sobre meros discursos."
(Adriana Oliveira Lima, doutora em Educação e escritora, no O Povo, do dia 28/08/2012).
O ESTADO (ASSOMBROSO) REAL!
A DOR... ALHEIA! "Ceará tem déficit de 6.336 leitos na rede pública de saúde. A rede pública e filantrópica no Estado possui 15.179 leitos hospitalares pagos pelo SUS, mas deveriam ser 21.515."
(O POVO)
DO SITE EM OFF (FUMEGANTE!)
"VIOLÊNCIA
– O macabro mercado da violência movimenta muito dinheiro na mídia. Para
apresentadores/repórteres, um trampolim para ascensão pessoal. Os deputados
estaduais Ferreira Aragão e Ely Aguiar QUE elegeram-se explorando a popularidade que
esses programas policiais aferem. E o que fazem no Legislativo, denunciam,
cobram, reverberam o discurso que fazem em seus programas? Não, mantêm-se em
silêncio e compõem a base de sustentação do governo.
O deputado federal Edson Silva também elegeu-se nessa base, bem como o vereador Vitor Valim. Não existe interesse dessas emissoras, desses 'profissionais' que a violência recrudesça, diminua, simplesmente porque dessa forma terão substancial diminuição em seus ganhos, materiais e/ou políticos. Nunca é demais lembrar que o corporativismo norteou – e norteia – a ação desse segmento: por ter decidido fazer cumprir a lei, o então titular da SSPDS, Roberto Monteiro, sofreu cerrada oposição de apresentadores/repórteres dos programas policiais. Essa turma, entretanto, não cobra quem de direito – o chefe do Executivo, o governador Cid Gomes – pelo descalabro na (in)segurança pública. Nem mesmo o atual titular da SSPDS é cobrado. Para esse pessoal não interessa se são assassinadas dezenas de pessoas todos os dias, mas não aceita, se, para o cumprimento da lei, não puderem mostrar imagem de presos sob custódia do Estado.
VIOLÊNCIA – Adversamente, essa turma opta por atuar como bajuladores de policiais civis e militares. Em vez de incisivamente chamar a responsabilidade de quem tem o dever institucional de dar uma resposta à sociedade, ao contribuinte, usam o espaço para despersonalizar críticas. O governador surge em inaugurações, promove festas, inaugura hospitais que não funcionam, mas não dá nenhuma satisfação quanto à barbárie que assola a Capital e todo o Estado. A mídia, em sua parte maior alinhada com os interesses do Executivo – que se coadunam com pessoais e empresariais – se omite. O pior de tudo é ver empresas que não se importam em financiar esse dantesco espetáculo. Muitos são os anunciantes e caro sãos os espaços publicitários nos programas policiais. Um desrespeito ao cidadão."
O deputado federal Edson Silva também elegeu-se nessa base, bem como o vereador Vitor Valim. Não existe interesse dessas emissoras, desses 'profissionais' que a violência recrudesça, diminua, simplesmente porque dessa forma terão substancial diminuição em seus ganhos, materiais e/ou políticos. Nunca é demais lembrar que o corporativismo norteou – e norteia – a ação desse segmento: por ter decidido fazer cumprir a lei, o então titular da SSPDS, Roberto Monteiro, sofreu cerrada oposição de apresentadores/repórteres dos programas policiais. Essa turma, entretanto, não cobra quem de direito – o chefe do Executivo, o governador Cid Gomes – pelo descalabro na (in)segurança pública. Nem mesmo o atual titular da SSPDS é cobrado. Para esse pessoal não interessa se são assassinadas dezenas de pessoas todos os dias, mas não aceita, se, para o cumprimento da lei, não puderem mostrar imagem de presos sob custódia do Estado.
VIOLÊNCIA – Adversamente, essa turma opta por atuar como bajuladores de policiais civis e militares. Em vez de incisivamente chamar a responsabilidade de quem tem o dever institucional de dar uma resposta à sociedade, ao contribuinte, usam o espaço para despersonalizar críticas. O governador surge em inaugurações, promove festas, inaugura hospitais que não funcionam, mas não dá nenhuma satisfação quanto à barbárie que assola a Capital e todo o Estado. A mídia, em sua parte maior alinhada com os interesses do Executivo – que se coadunam com pessoais e empresariais – se omite. O pior de tudo é ver empresas que não se importam em financiar esse dantesco espetáculo. Muitos são os anunciantes e caro sãos os espaços publicitários nos programas policiais. Um desrespeito ao cidadão."
domingo, março 03, 2013
NA HORA DAS COISAS!
Essa aconteceu em Coreaú, em algum lugar bem escondidinho. Um gago flagra um casal no bem bom (e bota bem bom nisso!). Olha, observa, corubija, excita-se, fica em ponto de bala,... E o casal lá! Naquele chamego! No ápice da coisa o gago, entre feliz pelo flagra e chateado, por não estar na festa, solta a sua: - Aaaça bom, né, biiição!
A DESILUSÃO DO ZÉ!
"Antes do sol nascer
Zé Bedeu já olhava pra serra da Meruoca, pra saber se ia chover naquele dia...
Como já era de se esperar, o sol surgia e nada de nuvens carregadas. Tirava o
chapéu de palha da cabeça, olhava para o céu e exclamava: Ô, meu Deus! Só
você tem o poder divino... Para ti tudo é possível... Até ressuscitar o teu
filho do leito da morte! Por isso te peço: manda chuva para alegrar o coração
deste penadubense sofrido de tanto esperar. Somente de ti espero alguma
coisa... Os daqui só ficam nas promessas eleitorais. Após a prece,
Zé sentava-se à mesa para tomar o costumeiro café da manhã. Após o café,
deitava-se na rede do alpendre da casa e continuava a navegar em seu mundo
imaginário. Dona Zefa, já estava findando os afazeres matinais. E ao iniciar a
última tarefa – varrer o alpendre - percebia a tristeza do marido... - Zé,
levanta desta fianga e vai fazer alguma coisa, homem de Deus! - dizia. Ele
retrucava: - Fazer o que, mulher? A chuva não vem e tudo depende dela! - Então
vai ligar para o Pedro, para que ele abra a torneira dele e assim a água tenha
força para chegar até a nossa casa! E continuando, reclamou: - Não sei que obra
foi essa, que a água não chega para todos! Zé, por sua vez explicava: - Mulher,
isso é coisa de obra pública! Tá, tá... Já sei da ladainha... Então vai pescar,
enquanto a água do açude não seca e os peixes não morrem! Resignado, Zé
levantava-se da fianga e saia em busca das iscas. Cazuza, vendo Zé embaixo da
mangueira, cavando, satirizava: - Oxe, Zé, está procurando botija?! - Não
curioso, estou procurando é minhoca mesmo pra pescar! Quer ir também? - Tá,
vamos! Já sentado na beira do açude, sobre o sol escaldante (e sem pegar
peixe), Cazuza rompeu o silêncio: - Zé tu viu na televisão ontem à noite para
onde está indo o nosso dinheiro? - Vi! É... enquanto os ratos se banqueteiam,
nós padecemos neste fim de mundo! Vamos continuar a pescaria, já que o que nos
resta é somente isso... Lembra do que eu te disse no período da eleição?
'Dinheiro na mão e nós aqui no chão, procurando o pão...'"
Carlos Teles
Carlos Teles
LIVRETO DE CORDEL "DONA LIVRAMENTO: A FILHA DO SOFRIMENTO" - PARTE III
Quando a tragédia golpeia
Um ser vivo, um cristão
Deixa marcas em relevo
Dá chutes no coração
É difícil suportar
É preciso fé, então!
A criatura de que falo
Teve mais, mais sofrimento
Um filho seu, de maior
Lhe digo sem fingimento
Um dia, por brincadeira
Caiu ali, ao relento!
Brincando com ferros velhos
Que estavam no monturo
Levou logo uma pontada
De algo pontiagudo
Desabou feito criança
Rendido por treco duro!
E abateu-se por tétano
Cruelmente atingido
O corpo veio do hospital
Houve choro não fingido
Livramento já não tinha
Lágrimas - bem entendido!
Quatro seres tão queridos
De família de partilha
Aquilo não ocorria
Não se via na cartilha
A notícia varou mundo
Palpites surgiram em pilha!
Por que aquela família
De bom nome, povo bom
Sofria aquele revez
Ouvia naquele tom
O grito da natureza
Seria esse seu dom!?
Um ser vivo, um cristão
Deixa marcas em relevo
Dá chutes no coração
É difícil suportar
É preciso fé, então!
A criatura de que falo
Teve mais, mais sofrimento
Um filho seu, de maior
Lhe digo sem fingimento
Um dia, por brincadeira
Caiu ali, ao relento!
Brincando com ferros velhos
Que estavam no monturo
Levou logo uma pontada
De algo pontiagudo
Desabou feito criança
Rendido por treco duro!
E abateu-se por tétano
Cruelmente atingido
O corpo veio do hospital
Houve choro não fingido
Livramento já não tinha
Lágrimas - bem entendido!
Quatro seres tão queridos
De família de partilha
Aquilo não ocorria
Não se via na cartilha
A notícia varou mundo
Palpites surgiram em pilha!
Por que aquela família
De bom nome, povo bom
Sofria aquele revez
Ouvia naquele tom
O grito da natureza
Seria esse seu dom!?
AQUI PRA NÓS...
Coreaú está preocupado e tem planos para a revitalização de sua Rua de Baixo (o velho Rabo da Gata)? Hum? Não ouço vozes!
QUERIA VER!
Dois colegiões de Fortaleza pagam, juntos, 05 folhas completas nos jornais de hoje. Nada contra. Estão na deles. Mas como eu queria ver o governo aplicar 80% por cento do que deveria ser aplicado nas escolas estaduais de ensino médio (com boa gestão dos recursos), pra que muitas das boas escolas colocassem esses impérios no bolso!
VAI FEDER A CÃO QUEIMADO!
Vem aí, por provocação deste Blogue, a primeira peleja do tipo, via Facebook. Barros Alves e Antônio Queiroz de França vão se engalfinhar! O primeiro defendo o capitalismo e o segundo, claro, o socialismo. Foi tudo acertado hoje. O Blogue repecutirá o arranca-rabo AQUI!
OLHA AÍ, POETA!
MINHA IGNORÂNCIA!
Não vejo nenhum valor histórico no prédio do português, da Avenida João Pessoa (Fortaleza). Mas, claro, respeito o posicionamento de quem luta por seu tombamento. Sou muito mais o Bar Avião!
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34
CAMPANHA NACIONAL
A esquerda lotando ruas e avenidas e a Globo mostrando tudo, com imagens fechadas. Se não é a mídia alternativa...
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...


